USOS INDEVIDOS
Usos Indevidos I Parte
A desconfiança vem do medo
e até mesmo o forte dos mais fortes,
não tendo de que ter medo,
- na verdade
tem medo de sí próprio,
quando submerso em tanta força
e poder.
Portanto, quem é bom - tem medo:
mas, cuidado!
Não há só um tipo de mdo,
entre vários deles,
os dois principais,
são:
O medo de não ter medo
e o medo de ter medo.
Parecidos!
Não?
Só que são tão diferentes um do outro
que a própria razão desconhece:
Não entre os anjos,
os santos,
as divindades e os bons;
mais sim, entre os homens da ignorância
e do mau.
O homem que disser para sí
ou para os outros,
que tem medo de ter medo,
- esse homem é originalmente covarde
e extremamente perigoso;
Primeiro, porque tenta se esconder nele mesmo,
segundo:
porque premedita a sua própria vitória,
através dos efeitos
de covardia dos outros;
viceralmente,
atordoados pelo seu absurdo.
Cujo homem - é abaixo de um homem.
Por isso mesmo,
não se deve dar ouvido de afeição convícta
a qualquer um,
dessa mesma espécime,
e sim! Apenas virtualizá-lo;
sob pena de sofrer um golpe depois,
porque os covardes
também são possuidores de uma santa virtude
- a paciência.
Só que eles não a usam para fazer o bem
e sim, sómente para praticarem o mal...
Não só em negócios escusos,
mas, como hálibi silencioso de cumplicidade.
Quando se começa a pedir perdão
por qualquer bobagem,
já se está
quase se transformando num egocêntrico,
- um esquizofrênico disfarsado.
Quando não se tiver convicção
para uma certa coisa,
e alguém insistir para se acompanhá-lo,
àquele mesmo rumo,
consciente de que não se adota tal coisa;
não deverá
só e simplesmente pela sua bondade,
acompanhá-lo,
apenas para lhe ser agradável;
porque nem sequer
a tua consciência vai se sentir bem;
quanto mais,
quem te acompanhar
no teu dia-a-dia.
Há pessoas
que mesmo se sentindo encômodas,
tentam fazer a felicidade dos outros;
cujas pessoas se estiverem certas,
se evidenciam santas!
Mas,
se por qualquer motivo estiverem erradas,
essas mesmas pessoas,
estarão confessando-se diabólicas
e creditando-se à cumplicidade,
àqueles que,
usufruirem dos seus esforços.
Portanto,
veja bem de onde procede a tua ajuda,
e o teu,
às vezes - tão necessário ajudante.
Porque nem sempre se tem tudo,
se faz tudo
ou se sabe tudo;
quando certamente se sabe,
que não se sabe nada.
Veja e ouça
a voz da realidade espiritual,
não como decifração
de um sonho mitológico,
mas, como visualização instantânea,
sã e despretenciosamente expressada;
ou simplesmente dita,
conforme foi visto.
(Se fôssemos datar
ou dar nome àquele tempo,
como se costuma fazer hoje em dia,
na verdade seria:
entre cinco e seis horas da manhã
de uma quarta-feira;
dezoito de junho do ano VI,
depois da "Constituição Celeste")...
Só que naquele tempo, como hoje,
era uma quinta-feira,
hora do sol frio na terra.
- Anael,
- Samuel e Rafael,
acabavam cordialmente
de serem recebidos
pelo venturoso mestre,
guardião da lua;
e recepcionados também,
pela honrosa companhia de Gabriel,
inclusive os demais da grande comitiva,
já se separavam,
sobre as cinzas lunares.
Gabriel e Jorge,
descerraram,
os grandes portaisdo Tabernáculo,
mas, Genh,
com todos os seus missionários,
adentraram-se pelo Portal do Oriente,
e como se fosse uma revista,
as grandes filas de Anjos,
que estendiam-se pelas duas laterais,
desde o térreo dos Santos,
até a Cúpula dos Arcanjos,
como sempre,
no princípio também era de praxe,
executar um hino harmonioso
ao iniciar um evento.
E alí,
na verdade foi uma aleluia angelical.
Gabriel,
foi designado à oratória de abertura,
assessorado por Miguel Arcângelo
e Samuel.
Como a lua
já era o sobre limite da terra,
Jerônimo estava em João,
e foi logo iniciando
o cabeçário de lavragem
da anti-penúltima ata,
quando Nadiel o interrompeu, dizendo:
João! Sugiro e solicito que,
todos os Arcanjos e vossas divindades,
além das demais testemunhas,
assinem os termos desse ofício que,
ora vos redige;
porque tudo que já foi, règiamente escrito,
- que permaneça inviolável!
E o que daqui em diante for registrado,
- que também seja
respeitosamente testemunhado.
Tudo isso
para que mais tarde,
não se torne um alvo de manipulação.
Pois a partir de então,
precisamos ser um pouco mais atentos!
Porque daqui até o meu Sólio,
vão existirem muitos antejos,
e cujas versões,
podem ser ampliadas
desmedìvelmente pela humanidade,
através de entidades inescrupulosas,
encorporadas em aparelhos,
também desfavoráveis à honestidade;
e sem noção do que ouvem,
é bastante perigoso
para o vazamento
desse tipo de informações...
Obrigado,
porque é a falta de às vezes,
pequenas advertências assim que,
as coisas vão tomando rumos diferentes.
Batizareis, quando chegar o vosso tempo;
em nome do Pai,
em nome do Filho
e do Espírito Santo...
Então, verás que a vossa força,
vai ser mais forte que a força comum.
Amém.
Todos os direitos do batismo,
vos serão inteiramente reservados,
assim como todas as pessoas que,
forem batizadas em nome do Pai,
do Filho
e do Espírito Santo;
e ungidos com o óleo do pélago.
Cujos assinalados,
passarão a serem preservados do mal
e reconhecidos pela luz.
Na verdade vos digo:
Nenhum ser humano cairá no esquecimento,
ou na desventura,
se forem règiamente ungidos
com a água do pélago
ou do rio,
em nome da SS. Trindade.
O vosso tempo vem vindo,
com as rebeldias de um furacão,
e entre tantos outros semelhantes,
haverás de ungir o filho do hmem
que o enviarei até vós outros,
e o mesmo se fará vosso irmão e mestre,
mas, pós sua missão,
voará sobre o poder Onipotente
e virá até mim,
como Senhor de todos vós outros.
Não importa a idade da vossa carne,
nem o rumo de onde Ele possa vir,
mas, a eternidade do seu espírito,
lógicamente vos concederá sabença,
e haverás de reconhecê-lo,
quando anunciardes a origem do vosso nome.
A vossa pimeira carne,
será de uma mesma geração,
mais futuramente,
algumas pessoas,
vão testemunhar o vosso reconhecimento,
mas, não se vos perturbeis!
A desconfiança vem do medo
e até mesmo o forte dos mais fortes,
não tendo de que ter medo,
- na verdade
tem medo de sí próprio,
quando submerso em tanta força
e poder.
Portanto, quem é bom - tem medo:
mas, cuidado!
Não há só um tipo de mdo,
entre vários deles,
os dois principais,
são:
O medo de não ter medo
e o medo de ter medo.
Parecidos!
Não?
Só que são tão diferentes um do outro
que a própria razão desconhece:
Não entre os anjos,
os santos,
as divindades e os bons;
mais sim, entre os homens da ignorância
e do mau.
O homem que disser para sí
ou para os outros,
que tem medo de ter medo,
- esse homem é originalmente covarde
e extremamente perigoso;
Primeiro, porque tenta se esconder nele mesmo,
segundo:
porque premedita a sua própria vitória,
através dos efeitos
de covardia dos outros;
viceralmente,
atordoados pelo seu absurdo.
Cujo homem - é abaixo de um homem.
Por isso mesmo,
não se deve dar ouvido de afeição convícta
a qualquer um,
dessa mesma espécime,
e sim! Apenas virtualizá-lo;
sob pena de sofrer um golpe depois,
porque os covardes
também são possuidores de uma santa virtude
- a paciência.
Só que eles não a usam para fazer o bem
e sim, sómente para praticarem o mal...
Não só em negócios escusos,
mas, como hálibi silencioso de cumplicidade.
Quando se começa a pedir perdão
por qualquer bobagem,
já se está
quase se transformando num egocêntrico,
- um esquizofrênico disfarsado.
Quando não se tiver convicção
para uma certa coisa,
e alguém insistir para se acompanhá-lo,
àquele mesmo rumo,
consciente de que não se adota tal coisa;
não deverá
só e simplesmente pela sua bondade,
acompanhá-lo,
apenas para lhe ser agradável;
porque nem sequer
a tua consciência vai se sentir bem;
quanto mais,
quem te acompanhar
no teu dia-a-dia.
Há pessoas
que mesmo se sentindo encômodas,
tentam fazer a felicidade dos outros;
cujas pessoas se estiverem certas,
se evidenciam santas!
Mas,
se por qualquer motivo estiverem erradas,
essas mesmas pessoas,
estarão confessando-se diabólicas
e creditando-se à cumplicidade,
àqueles que,
usufruirem dos seus esforços.
Portanto,
veja bem de onde procede a tua ajuda,
e o teu,
às vezes - tão necessário ajudante.
Porque nem sempre se tem tudo,
se faz tudo
ou se sabe tudo;
quando certamente se sabe,
que não se sabe nada.
Veja e ouça
a voz da realidade espiritual,
não como decifração
de um sonho mitológico,
mas, como visualização instantânea,
sã e despretenciosamente expressada;
ou simplesmente dita,
conforme foi visto.
(Se fôssemos datar
ou dar nome àquele tempo,
como se costuma fazer hoje em dia,
na verdade seria:
entre cinco e seis horas da manhã
de uma quarta-feira;
dezoito de junho do ano VI,
depois da "Constituição Celeste")...
Só que naquele tempo, como hoje,
era uma quinta-feira,
hora do sol frio na terra.
- Anael,
- Samuel e Rafael,
acabavam cordialmente
de serem recebidos
pelo venturoso mestre,
guardião da lua;
e recepcionados também,
pela honrosa companhia de Gabriel,
inclusive os demais da grande comitiva,
já se separavam,
sobre as cinzas lunares.
Gabriel e Jorge,
descerraram,
os grandes portaisdo Tabernáculo,
mas, Genh,
com todos os seus missionários,
adentraram-se pelo Portal do Oriente,
e como se fosse uma revista,
as grandes filas de Anjos,
que estendiam-se pelas duas laterais,
desde o térreo dos Santos,
até a Cúpula dos Arcanjos,
como sempre,
no princípio também era de praxe,
executar um hino harmonioso
ao iniciar um evento.
E alí,
na verdade foi uma aleluia angelical.
Gabriel,
foi designado à oratória de abertura,
assessorado por Miguel Arcângelo
e Samuel.
Como a lua
já era o sobre limite da terra,
Jerônimo estava em João,
e foi logo iniciando
o cabeçário de lavragem
da anti-penúltima ata,
quando Nadiel o interrompeu, dizendo:
João! Sugiro e solicito que,
todos os Arcanjos e vossas divindades,
além das demais testemunhas,
assinem os termos desse ofício que,
ora vos redige;
porque tudo que já foi, règiamente escrito,
- que permaneça inviolável!
E o que daqui em diante for registrado,
- que também seja
respeitosamente testemunhado.
Tudo isso
para que mais tarde,
não se torne um alvo de manipulação.
Pois a partir de então,
precisamos ser um pouco mais atentos!
Porque daqui até o meu Sólio,
vão existirem muitos antejos,
e cujas versões,
podem ser ampliadas
desmedìvelmente pela humanidade,
através de entidades inescrupulosas,
encorporadas em aparelhos,
também desfavoráveis à honestidade;
e sem noção do que ouvem,
é bastante perigoso
para o vazamento
desse tipo de informações...
Obrigado,
porque é a falta de às vezes,
pequenas advertências assim que,
as coisas vão tomando rumos diferentes.
Batizareis, quando chegar o vosso tempo;
em nome do Pai,
em nome do Filho
e do Espírito Santo...
Então, verás que a vossa força,
vai ser mais forte que a força comum.
Amém.
Todos os direitos do batismo,
vos serão inteiramente reservados,
assim como todas as pessoas que,
forem batizadas em nome do Pai,
do Filho
e do Espírito Santo;
e ungidos com o óleo do pélago.
Cujos assinalados,
passarão a serem preservados do mal
e reconhecidos pela luz.
Na verdade vos digo:
Nenhum ser humano cairá no esquecimento,
ou na desventura,
se forem règiamente ungidos
com a água do pélago
ou do rio,
em nome da SS. Trindade.
O vosso tempo vem vindo,
com as rebeldias de um furacão,
e entre tantos outros semelhantes,
haverás de ungir o filho do hmem
que o enviarei até vós outros,
e o mesmo se fará vosso irmão e mestre,
mas, pós sua missão,
voará sobre o poder Onipotente
e virá até mim,
como Senhor de todos vós outros.
Não importa a idade da vossa carne,
nem o rumo de onde Ele possa vir,
mas, a eternidade do seu espírito,
lógicamente vos concederá sabença,
e haverás de reconhecê-lo,
quando anunciardes a origem do vosso nome.
A vossa pimeira carne,
será de uma mesma geração,
mais futuramente,
algumas pessoas,
vão testemunhar o vosso reconhecimento,
mas, não se vos perturbeis!
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