PALAVRAS DO SEGUNDO ARQUIVO (6)

Sou simplesmente um construtor
e ao construir a minha obra,
honesto e amàvelmente,
dividirei-me por sobre toda ela;
Porque tudo que a compõe!
De um, ou de outro modo,
permanecerá sempre em mim...
E em nome dessa mesma obra,
logo,
tenho que abençoar o meu filho.


E assim,
como em nome do meu filho,
abençoarei os vossos irmãos
e os filhos dos vossos irmãos.
Bendirei aos seus servos,
como também,
respeitarei todos aqueles que
ficarem abaixo do mais baixo.


Pesa-me a vergonha e a dor
de dizer que sou tudo;
mas, na verdade,
reservo-me na humildade de abraçar
e ser apenas aquilo que,
quiserem que a minha força seja.
Só espero não esquecerem
que vai existir uma volta
e nessa mesma volta,
haverá sempre um tribunal,
um júri - e um juiz;
E que cuja côrte
não os poupará nos seus erros,
e os seus tributos serão altos demais.


Antes, imaginem
não podendo saldarem suas dívidas
e desnecessàriamente,
serem atrelados
aos servos doe seus servos,
não pelos níveis das suas condições humanas,
mas, pelos seus descuidos
e as suas irresponsabilidades.


O não cumprimento do dever,
acarreta penalidade que
nem sempre qualquer um,
pretende na verdade aceitá-la.
Portanto,
evitem a manipulação desse antídoto;
provem à sí mesmo que,
não pensam sómente em sí.
Pois a enfermidade que os persegue,
poderá ser resistente a esse antídoto,
e terminará se espalhando
como epidemia.
Por isso, evitem o mal;
para que jamais precisem da cura.


Aprenda curar a ferida,
mas, não se revele,
enquanto se prevalecer à imunidade;
porque nem todos vão ter a fé necessária,
neste seu misterioso remédio,
porisso mesmo
o surto será inevitável.
Desde os santos,
até chegar às suas divindades,
se processarão os recursos do homem;
Da meizinha, às crendices das rezas,
e entre tudo isso a luz se fará presente,
através da fé.

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