PRINCIPAIS DEVERES DO SER HUMANO (2)

Feliz daquele, que
desde o princípio tentou compreender tudo,
em vez de querer apenas,
que os outros o entendam;
Daí, então,
aldeias,
tribos e nações se empenharão,
pelos valores das suas terras;
Mesmo que essa consciência,
se revele já um pouco tarde,
mais com certeza tudo se reconstruirá,
e será em vão
pensar em poderes individuais.

A terra e os seus componentes
rejuvenecerão,
e os homens receberão um mesmo nível
sobre o espírito vital,
e se alguém aguardar,
ou esperar adquirir poderes,
maiores que os outros,
com a finalidade de subjugar alguém;
Então esse primeiro alguém,
deverá ser banido do seu próprio meio.

Pois nenhum daqueles, que
hipotecar o seu chão
ou a sua gente,
será dígno de liderar um povo.
E se acaso um desses vier acontecer,
cujo líder,
deve perder antecipadamente
a sua ideologia;
e os seus valores
baixarão gradativamente,
diminuirão os seus víveres,
e descerá de senhor à escravo
da sua própria senzala.

... Tudo!
Desde os fósseis mais antiquíssimos,
ou até mesmo os mais remotos:
As últimas do neologismo...
É patético se ver os animais,
e entre eles: O homem,
criarem e promoverem a corrupção; 
e ao mesmo tempo serem corrompidos,
pelas suas próprias razões.

O homem no seu raciocínio,
difìcilmente,
se afastará da sua ambição tentadora,
e o restante os seus instintos decidirão,
se devem ou não devem lutar
... é, se devem lutar ou não.
Esse mesmo racional,
entre os demais se decidirá dividir-se,
em muitos outros homens,
apesar dele possuir em sí mesmo,
as primeiras duas faces
do seu projeto original.

Então,
machos e fêmeas, proliferarão a terra
com as suas espécies,
e as mesmas se engalfinharão
vezes pelo comando geral,  
e vezes por bem pouca coisa.
Partes dos meus princípios desaparecerão,
e o meu nome se tornará periódico,
mais a minha força permanecerá,
e do princípio ao fim,
serei de acordo com o meio...
Tanto pelo que sou,
como pelo que o meu filho vai ser.

Entre deuses e guerreiros,
surgirão os heróis,
dignos cavalheiros ,
pertencentes a segunda ordem
da nobreza humana;
Homens honestos
mas, um pouco aquém dos deuses,
e até de alguns santos profetas.

Na verdade, só os sábios
não se julgarão pelos seus atos,
porque a sua própria humildade,
vai reconduzí-los a mim,
e então farei das suas línguas,
os faróis do meu porto.
Pois aonde não houver humildade,
também não haverá
nem um bravo sem derrota;
Porque o bravo
que se orgulhar do seu triunfo,
jamais poderá dizer que
venceu a batalha,
e sim,
apenas se manifestar como ganhador.

Entre os homens e as batalhas,
o vencedor, não é aquele que mata,
para ganhar a batalha,
mais sim,
aquele que batalha para não matar.
Destruir um homem,
é desmanchar um pequeno universo,
onde reside uma partícula
do seu próprio criador...
E o filho que destruir a morada do pai,
óbviamente,
o desampara  e o agride
no próprio interior da sua propriedade.

Sete e sete, vezes sete;
Sete, sete - vezes sete.
será que o resultado interpretativo dos dois
seria um mesmo para os dois,
ou um, para cada um;
e, ou bem diferente um do outro;
mais ambos se anexarão ao tempo,
e aos tributos da sua reclusão.
Por fim,
provàvelmente duas vezes,
mms o julgarão.

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