O SHEIK E O CORONEL PINGUIM
Tudo era deserto nesse areial a
E por enquanto o coronel Pinguim
anda por aí
como se fosse um Sultão
nem tampouco geleira
só que a antártica
estava lá
mas eles não beberam
embora em tudo se ligasse ao Saara
através das suas hierarquias.
E o Sheik nem precisou ir à Antártida
para entrar numa fria
assim como o coronel Pinguim
nem chegou sentir o calor das dunas
E em meio às distâncias
qualificava-se um Oriente Médio
De um lado
os pinguins de um coronel brigão
e do outro
o grande harém de um dos Sheiks
do petróleo extinto
Era de manhã
mas o dia desconhecia o mes e o ano
e em céu aberto se ouviu os clarins
eram as trombetas de guerra
só que não ia ser uma guerra santa
porque de santo
só São Lázaro estava lá
Mas a batalha em sí
ia ser puramente cânica
e os arredores da Tenda do Sheik
estão repletos de milhares de súditos
uma imensidão de vassalos
guerreiros
todos prontos para lutarem
Não tarda muito
e desponta o coronel Pinguim
com as suas legiões
Mas ninguém se arrisca no primeiro ataque
Não era ainda um duelo
mas os principais comandantes
partiram para um encontro central
bem no centro
dessa mesma arena vazia
E ambos lados
parecem respeitar a vontade dos seus chefes
Ninguém avançou
nenhum passo à frente
mesmo quando eles se desentenderam
E a luta foi feia!
porém, limpa
Mas o Sheik foi derrotado pelo Coronel
que saiu dequédente pra cachorro
mas se o Pinguim pensou em vingança
óbviamente não revelou pra ninguém
O coronel Pinguim
também saiu meio trôpego
levando apenas o silêncio para o seu exército
bateu retirada e se foi
sem nada ser exclarecido até hoje
O Sheik
desgostoso e doente
desfez-se de tudo
e abandonou o seu próprio harém
deixando como principal herdeiro
um dos seus bastardos da 113 B
só que ele não gosta de harém invisível
mas não havia areia
E por enquanto o coronel Pinguim
anda por aí
como se fosse um Sultão
nem tampouco geleira
só que a antártica
estava lá
mas eles não beberam
embora em tudo se ligasse ao Saara
através das suas hierarquias.
E o Sheik nem precisou ir à Antártida
para entrar numa fria
assim como o coronel Pinguim
nem chegou sentir o calor das dunas
E em meio às distâncias
qualificava-se um Oriente Médio
De um lado
os pinguins de um coronel brigão
e do outro
o grande harém de um dos Sheiks
do petróleo extinto
Era de manhã
mas o dia desconhecia o mes e o ano
e em céu aberto se ouviu os clarins
eram as trombetas de guerra
só que não ia ser uma guerra santa
porque de santo
só São Lázaro estava lá
Mas a batalha em sí
ia ser puramente cânica
e os arredores da Tenda do Sheik
estão repletos de milhares de súditos
uma imensidão de vassalos
guerreiros
todos prontos para lutarem
Não tarda muito
e desponta o coronel Pinguim
com as suas legiões
Mas ninguém se arrisca no primeiro ataque
Não era ainda um duelo
mas os principais comandantes
partiram para um encontro central
bem no centro
dessa mesma arena vazia
E ambos lados
parecem respeitar a vontade dos seus chefes
Ninguém avançou
nenhum passo à frente
mesmo quando eles se desentenderam
E a luta foi feia!
porém, limpa
Mas o Sheik foi derrotado pelo Coronel
que saiu dequédente pra cachorro
mas se o Pinguim pensou em vingança
óbviamente não revelou pra ninguém
O coronel Pinguim
também saiu meio trôpego
levando apenas o silêncio para o seu exército
bateu retirada e se foi
sem nada ser exclarecido até hoje
O Sheik
desgostoso e doente
desfez-se de tudo
e abandonou o seu próprio harém
deixando como principal herdeiro
um dos seus bastardos da 113 B
só que ele não gosta de harém invisível
mas não havia areia
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