INÍCIO DE UM OUTRO MEIO
Oi amigos!
Para dá iníciar o blog desta nossa CASA, fez-se necessário que eu dissesse alguma coisa como cabeçalho; e aqui estou eu sem saber o que dizer. Acreditem: estou sòzinho na sala, mas até me parece que estou sentado no meio do maracanã, entre as tres maiores torcidas do futebol brasileiro. Mas como já estou querendo partir para o absolutismo, fora de casa, vou voltar porque lembrei-me de uma historiazinha muito sem graça, mais pelo menos é bem pertinho lá de casa; e eu não vou gastar nada para adquiri-la. Olha aí, pode não ser engraçada, mas pelo menos é de graça.
O NASCIMENTO DA HISTÓRIA
Quando uma história se propõe vir ao mundo, precisa haver uma grande gestação de vários e desconhecidos fatores, e os seus pais também, muitas vezes são desconhcidos; assim como pode ser um grande intelectual, pode ser também um dos mais humildes leigos de toda a humanidade.
Na concebição de uma história se processam num só corpo homogêneo, as mesmas tres essências que a verdade usa para ser ela mesma. Um bilhete, uma carta ou um livro, eles nascem do pensamento, da palavra e da obra... O tempo, é o seu carimbo de autenticidade; e o autor, a sua fonte existencial. Ela pode ser criada com H, (história verídica); ou com E, (estória fictícia). Ambas, são aparentemente irmãs.
Mais a verdade é o que diz o seguinte:
O aprendizado da vida, não é só quebrar a cara e pedir desculpas; ficar perdendo tempo e mais tempo, dando explicações porque foi que errou, ou então fez alguém errar; isso é coisa para negligente ou débil-mental... Quando se trata de enfermidade como demostra a reticência, há sempre uma necessidade de se relevar; mas quando se fala de uma displicência - sem disléxia, não há como tão simplesmente se dissimular as idiotices de quem quer que seja. Sabe-se que o ignorante é um infeliz carente generalizado, capaz das das piores aberrações da mediocridade, mas para ele, não está nem aí pra isso. Daí, então ele será um tolo, simplesmente.
Não quero dizer com isso que as pessoas mudem de personalidade, só pra quererem agradar os outros, isso não é correto; o certo seria elas serem o que realmente são.
- As coisas boas às vezes nem se pode dizê-las de um modo bonito, assim como também muitas vezes não se pode expressar as coisas bonitas de uma boa forma; enfim, tudo é relativo quando se refere à personalidade humana. E quando é sobre o mais profundo sentimento, ainda é mais difícil e delicado.
Próximos a um outro próximo, residiam dois senhores. - Um era bastante introvertido, já o outro era por demais extrovertido; então o próximo que não era tão próximo, morava entre os dois próximos, e quase todos os dias os ouvia; mas difícilmente conseguia entrar em seus diálogos... Um, porque dormia antes que se chegasse ao próximo parágrafo, e o outro porque nunca deixava se sair nem mesmo da primeira frase; isso não chegava ser um constrangimento para o próximo, mas na verdade, era uma grande responsabilidade que a balança lhe estava entregando.
Um certo dia, o próximo mesmo sem sair, parou e pensou em uma pergunta que, as outras pessoas que se dizem normais sempre se faziam: Como pode, duas pessoas dessas! Irmãos e filhos dos mesmos pais; um, ser tão calado, e o outro tão laquerento?!
Para dá iníciar o blog desta nossa CASA, fez-se necessário que eu dissesse alguma coisa como cabeçalho; e aqui estou eu sem saber o que dizer. Acreditem: estou sòzinho na sala, mas até me parece que estou sentado no meio do maracanã, entre as tres maiores torcidas do futebol brasileiro. Mas como já estou querendo partir para o absolutismo, fora de casa, vou voltar porque lembrei-me de uma historiazinha muito sem graça, mais pelo menos é bem pertinho lá de casa; e eu não vou gastar nada para adquiri-la. Olha aí, pode não ser engraçada, mas pelo menos é de graça.
O NASCIMENTO DA HISTÓRIA
Quando uma história se propõe vir ao mundo, precisa haver uma grande gestação de vários e desconhecidos fatores, e os seus pais também, muitas vezes são desconhcidos; assim como pode ser um grande intelectual, pode ser também um dos mais humildes leigos de toda a humanidade.
Na concebição de uma história se processam num só corpo homogêneo, as mesmas tres essências que a verdade usa para ser ela mesma. Um bilhete, uma carta ou um livro, eles nascem do pensamento, da palavra e da obra... O tempo, é o seu carimbo de autenticidade; e o autor, a sua fonte existencial. Ela pode ser criada com H, (história verídica); ou com E, (estória fictícia). Ambas, são aparentemente irmãs.
Mais a verdade é o que diz o seguinte:
O aprendizado da vida, não é só quebrar a cara e pedir desculpas; ficar perdendo tempo e mais tempo, dando explicações porque foi que errou, ou então fez alguém errar; isso é coisa para negligente ou débil-mental... Quando se trata de enfermidade como demostra a reticência, há sempre uma necessidade de se relevar; mas quando se fala de uma displicência - sem disléxia, não há como tão simplesmente se dissimular as idiotices de quem quer que seja. Sabe-se que o ignorante é um infeliz carente generalizado, capaz das das piores aberrações da mediocridade, mas para ele, não está nem aí pra isso. Daí, então ele será um tolo, simplesmente.
Não quero dizer com isso que as pessoas mudem de personalidade, só pra quererem agradar os outros, isso não é correto; o certo seria elas serem o que realmente são.
- As coisas boas às vezes nem se pode dizê-las de um modo bonito, assim como também muitas vezes não se pode expressar as coisas bonitas de uma boa forma; enfim, tudo é relativo quando se refere à personalidade humana. E quando é sobre o mais profundo sentimento, ainda é mais difícil e delicado.
Próximos a um outro próximo, residiam dois senhores. - Um era bastante introvertido, já o outro era por demais extrovertido; então o próximo que não era tão próximo, morava entre os dois próximos, e quase todos os dias os ouvia; mas difícilmente conseguia entrar em seus diálogos... Um, porque dormia antes que se chegasse ao próximo parágrafo, e o outro porque nunca deixava se sair nem mesmo da primeira frase; isso não chegava ser um constrangimento para o próximo, mas na verdade, era uma grande responsabilidade que a balança lhe estava entregando.
Um certo dia, o próximo mesmo sem sair, parou e pensou em uma pergunta que, as outras pessoas que se dizem normais sempre se faziam: Como pode, duas pessoas dessas! Irmãos e filhos dos mesmos pais; um, ser tão calado, e o outro tão laquerento?!
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